Rua Geraldo Garcia de Almeida nº 160- Bairro São Jorge- Uberlândia/MG (34) 3215-2236 ou (34) 99886-2236
20 de dez. de 2016
12 de dez. de 2016
7 de dez. de 2016
6 de dez. de 2016
SÉRIE - REFORMA LUTERANA - CONFISSÃO DE AUGSBURGO
ARTIGOS DA FÉ E DA DOUTRINA LUTERANA
ARTIGO XXI - DO CULTO AOS SANTOS
Do culto aos santos, os nossos ensinam que devemos lembrar-nos deles, para fortalecer a nossa fé ao vermos como receberam graça e foram ajudados pela fé: e, além disso, a fim de que tomemos exemplo de suas boas obras, cada qual de acordo com a sua vocação, assim como sua Majestade Imperial pode seguir salutar e piedosamente, o exemplo de Davi, fazendo guerra ao turco; pois ambos estão investidos em ofício real, que exige protejam e defendam os seus súditos. Entretanto, não se pode provar pela Escritura que se devem invocar os santos ou procurar auxílio junto a eles. "Porquanto há um só reconciliador e mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo" 1 Tm 2.5, o qual é o único Salvador, o único Sumo Sacerdote, Propiciatório e Advogado diante de Deus, Rm 8.34. E somente ele prometeu que quer atender a nossa prece. E buscar e invocar de coração a esse Jesus Cristo em todas as necessidades e preocupações também é culto divino mais elevado segundo a Escritura: "Se alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o justo, etc." 1 Jo 2.1. Esta é, aproximadamente, a suma da doutrina que é pregada e ensinada em nossas igrejas, para correta instrução cristã e consolo das consciências, e para melhora dos crentes. Pois que de modo nenhum vamos querer pôr as nossas próprias almas e consciências diante de Deus no mais sério, no maior dos perigos, mediante abuso do nome ou da palavra de Deus, nem deixar ou herdar aos nossos filhos e descendentes doutrina diversa da que concorda coma palavra pura, divina, e com a verdade cristã. Visto, pois, que essa doutrina se fundamenta claramente na Sagrada Escritura e, além disso, não é contrária nem se opõe à igreja cristã universal, e, na verdade, tampouco à Igreja Romana, quanto se pode coligir com os escritos dos Pais, pensamos também que os nossos oponentes não podem estar em desacordo conosco nos artigos acima indicados. Agem, por isso, de maneira totalmente inamistosa, precipitada e contrariamente a toda unidade e amor cristãos aqueles que, por essa razão, empreendem, sem qualquer fundamento sólido em preceito ou Escritura divina, separar, rejeitar e evitar os nossos como hereges. Porque o distúrbio e a dissensão dizem respeito, precipuamente, a algumas tradições e abusos. Portanto, já que nos artigos principais não há ausência de fundamento ou defeito perceptíveis, e sendo esta a nossa confissão divina e cristã, deveriam os bispos, justiçosamente mostrar-se mais brandos, ainda que falha houvesse, entre nós com respeito à tradição, muito embora esperemos apresentar sólido fundamento e causa quanto à razão porque entre nós houve mudança relativamente a algumas tradições e abusos. (Livro de Concórdia: As Confissões da Igreja Evangélica Luterana. São Leopoldo: Sinodal; Canoas: Ulbra; Porto Alegre: Concórdia, 2006, pg. 39-40)
3 de dez. de 2016
Atividades da CEL Cristo para o fim de semana

- DOMINGO - 04/12/2016
- 19:00 - Culto de 2º Domingo no Advento
- Tema: "Decisões" - Mateus 3.1-12
- Logo após o culto teremos o momento especial com as crianças, alunos da confirmação e membros da comunidade na ornamentação de nosso pinheiro de Natal. Contamos com todos. Tragam seus enfeites.
"Arrependam-se dos seus pecados porque o Reino do Céu está perto" - Mateus 3.2
30 de nov. de 2016
29 de nov. de 2016
ESTUDO BÍBLICO

TEMA: O SACRIFÍCIO DE iSAQUE - pARTE ii - o dEUS QUE VÊ E pROVÊ!
- Texto Bíblico: Gênesis 22.9-19
- Data: 29/11/2016
- Horário: 19:00 hs
- Local: CEL Cristo de Uberlândia - MG
"VENHA PARTICIPAR CONOSCO"
SÉRIE - REFORMA LUTERANA - CONFISSÃO DE AUGSBURGO
ARTIGOS DA FÉ E DA DOUTRINA LUTERANA
ARTIGO XX - DA FÉ E DAS BOAS OBRAS
Os nossos são acusados falsamente de proibirem boas obras. Pois os seus escritos sobre os Dez Mandamentos bem com outros escritos provam que deram bom e útil ensino e admoestação a respeito de estados e obras de cristãos verdadeiros, de que pouco se ensinou antes de nosso tempo. Insistia-se ao contrário, em todos os sermões, principalmente, em obras pueris e desnecessárias, tais como rosários, culto de santos, vida monástica, romarias, jejuns e dia santos prescritos, confrarias, etc. Também o nosso oponente já não exalta essas obras desnecessárias tanto quanto antigamente. Além disso, também aprenderam a falar, agora, da fé, sobre a qual nada pregaram em tempos anteriores. Agora, contudo, ensinam que não nos tornamos justos diante de Deus unicamente por obras, mas acrescentam a fé em Cristo, e dizem que a fé e as obras nos tornam justos diante de Deus. Essa doutrina pode trazer um pouco mais de consolo do que quando apenas se ensina a confiar em obras. Visto, pois, que a doutrina da fé, que é o artigo principal no cristianismo, foi negligenciada por tempo tão longo, como é forçoso confessar, havendo-se pregado apenas doutrina de obras por toda a parte, os nossos deram a seguinte instrução a respeito: Em primeiro lugar, que nossas obras não nos podem reconciliar com Deus e obter graça: isto, ao contrário, sucede apenas pela fé, quando cremos que os pecados nos são perdoados por amor de Cristo, o qual, ele só, é o mediador que pode reconciliar o Pai. Agora, quem pensa realizar isso mediante obras e imagina merecer a graça, esse despreza a Cristo e procura seu próprio caminho a Deus, contrariamente ao evangelho. Essa doutrina a respeito da fé é tratada aberta e claramente por Paulo em muitas passagens, de modo especial em Efésios 2: "Pela graça foste salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, porém é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie, etc." E que aqui não se introduz interpretação nova é coisa que se pode provar com Agostinho, que trata essa questão diligentemente e também ensina assim, a saber, que alcançamos a graça e nos tornamos justos diante de Deus por intermédio da fé em Cristo e não por obras, conforme mostra todo o seu livro De spiritu et litera. Conquanto essa doutrina seja muito desprezada entre pessoas não experimentadas, verifica-se, todavia, que é muito consoladora e salutar para as consciências tímidas e apavoradas. Porque a consciência não pode alcançar descanso e paz mediante obras, porém, somente pela fé, quando chega à segura conclusão pessoal de que, por amor de Cristo, possui um Deus gracioso, conforme também diz Paulo em Rm 5.1: "Justificados mediante a fé, temos descanso e paz com Deus". Em sermões de outrora não se promoveu esse consolo, porém, impeliram-se as pobres consciências para as próprias obras, e se empreenderam diversas espécies de obras. A alguns a consciência impeliu para os mosteiros, na esperança de que lá poderiam granjear graça mediante vida monástica. Alguns excogitaram outras obras com o propósito de merecer graça e satisfazer por pecados . A experiência de muitos deles foi não haverem alcançado a paz mediante essas coisas. razão por que foi necessário pregar essa doutrina da fé em Cristo e dela tratar diligentemente, a fim de que se soubesse que é somente pela fé, sem mérito, que se apreende a graça de Deus. Dá-se, outrossim, instrução para mostrar que aqui não se fala da fé possuída também pelos demônios e os ímpios, os quais também crêem os relatos que contam haver Cristo padecido e ressuscitado de entre os mortos; fala-se, ao contrário, da fé verdadeira, que crê alcançarmos por Cristo a graça e a remissão dos pecados. Aquele que sabe que por Cristo possui um Deus gracioso, esse conhece a Deus, invoca-o, e não está sem Deus, como os gentios. Porque demônios e ímpios não crêem nesse artigo da remissão dos pecados. Por isso é que são inimigos de Deus, não o podem invocar, e anda de bom podem esperar dele. A Escritura fala sobre a fé no sentido que acabamos de indicar, e não entende por fé um conhecimento que demônios e homens ímpios têm. Pois em Hebreus 11 ensina-se, com respeito à fé, que crer não é apenas conhecer a história, mas ter confiança em Deus e receber sua promessa. E Agostinho também nos lembra que devemos entender a palavra "fé", na Escritura, como significando confiança em Deus de que nos é clemente, não apenas conhecer tais notícias históricas que também os demônios conhecem. Ensina-se, ademais, que boas obras devem e têm de ser feitas, não para que nelas se confie a fim de merecer graça, mas por amor a Deus e em seu louvor. Sempre é a fé somente que apreende a graça e o perdão dos pecados. E, visto que pela fé é dado o Espírito Santo, o coração também se torna apto para praticar boas obras. Porque, antes, enquanto está sem o Espírito Santo, é demasiadamente fraco. Além disso, está no poder do diabo, que impele a pobre natureza humana a muitos pecados, como vemos nos filósofos que se lançaram à empresa de viver vida honesta e irrepreensível e, contudo, não conseguiram realizá-lo, porém caíram em muitos pecados graves e manifestos. É o que acontece ao homem quando está sem fé verdadeira e sem o Espírito Santo e se governa apenas pela própria força humana. Por isso, não se deve fazer a essa doutrina concernente à fé a censura de que proíbe boas obras; antes, deve ser louvada por ensinar que se façam boas obras e oferecer auxílio quanto a como se possa chegar a praticá-la. Pois que para praticar boas obras, invocar a Deus, ter paciência no sofrimento, amar o próximo, exercer com diligência ofícios ordenados, ser obediente, evitar maus desejos, etc. Tais obras elevadas e autênticas não podem ser feitas sem o auxílio de Cristo, conforme ele mesmo diz em Jo 15.5: "Sem mim nada podeis fazer". (Livro de Concórdia: As Confissões da Igreja Evangélica Luterana. São Leopoldo: Sinodal; Canoas: Ulbra; Porto Alegre: Concórdia, 2006, pg. 37-39)
26 de nov. de 2016
Atividades da CEL Cristo para o fim de semana

- SÁBADO - 26/11/2016
- 13:30 - Doutrina
- 16:00 - Encontro de Servas
- 17:00 - Ensaio do Coral
- 19:00 - Ensaio da banda
- DOMINGO - 27/11/2016
- 09:00 - Culto em Uberaba
- 19:00 - Culto Especial de Advento e Ações de Graças
- Tema: "Advento - Tempo de renovar as Esperanças" - Mateus 21.1-11
"Deus é o nosso refúgio e a nossa força, socorro que não falta em tempos de aflição"
Salmo 46.1
Assinar:
Postagens (Atom)


